Bustos já integra a delegação Gremista em Natal
O lateral-direito Bustos, que defendeu a Colômbia nas Eliminatórias da Copa 2010, já se reintegrou ao elenco gremista em Natal, na preparação para o confronto com o América-RN, neste sábado pela penúltima rodada do Brasileirão. O jogador foi poupado do treino desta quinta, devido ao desgaste físico, mas trabalhará normalmente na sexta.
O técnico Mano Menezes ainda não definiu se ele entra em campo diante da equipe nordestina. Uma das opções do treinador é escalar o colombiano no meio-campo, mantendo Patrício na lateral direita.
O meia Diego Souza festejou a indicação para o prêmio de melhor meia do Brasileirão. Ao falar sobre a escolha, ele não esqueceu os colegas de equipe.
– Agradeço a meus companheiros, principalmente ao Mano, ao Sidnei (Lobo, auxiliar técnico), que foram as pessoas que acreditaram em mim e me deram totais condições de trabalho para que eu possa estar ganhando esse status – disse o jogador.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Jornalismo Esportivo Móvel
Diego Souza é indicado a melhor meia do Brasileirão
O meia Diego Souza, do Grêmio, foi indicado nesta quinta-feira ao prêmio de melhor meia-direita do Campeonato Brasileiro. O atleta é o único jogador da dupla Gre-Nal candidato ao prêmio de melhores do Brasileirão, que definirá a seleção do campeonato. Na categoria melhor meia-direita, Diego Souza concorre ao lado de Paulo Baier, do Goiás, e Ibson, do Flamengo.
Os nomes dos três melhores jogadores por cada posição foram escolhidos em votação feita por um colégio eleitoral composto por cerca de 450 integrantes, incluindo ex-jogadores, jornalistas, técnicos e capitães dos times que disputaram o Brasileirão.
O meia Diego Souza, do Grêmio, foi indicado nesta quinta-feira ao prêmio de melhor meia-direita do Campeonato Brasileiro. O atleta é o único jogador da dupla Gre-Nal candidato ao prêmio de melhores do Brasileirão, que definirá a seleção do campeonato. Na categoria melhor meia-direita, Diego Souza concorre ao lado de Paulo Baier, do Goiás, e Ibson, do Flamengo.
Os nomes dos três melhores jogadores por cada posição foram escolhidos em votação feita por um colégio eleitoral composto por cerca de 450 integrantes, incluindo ex-jogadores, jornalistas, técnicos e capitães dos times que disputaram o Brasileirão.
Jornalismo Esportivo Móvel
“Mala preta” para incentivar o America-RN
Apesar do América-RN já estar matematicamente rebaixado para a Série B em 2008, Rodrigo Caetano, diretor-executivo do Grêmio, não acredita que o time de Mano Menezes terá sua tarefa facilitada no início da noite deste sábado, em Natal, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.
“Não se pode entender como fácil um jogo que pode nos levar à última rodada com chances vivas de classificação para a Libertadores. O torcedor pode ter certeza que estamos focados, mesmo em se tratando do último colocado na tabela”, comentou o dirigente tricolor.
Caetano ainda reforça sua opinião baseado em uma prática comum no futebol quando a competição chega em seus instantes finais: a famosa mala preta.
“É certo que o América deve ter algum incentivo extra porque o Grêmio tem seus adversários atrás desta classificação. Portanto, eles não devem jogar somente pela sua moral”, afirmou.
Apesar do América-RN já estar matematicamente rebaixado para a Série B em 2008, Rodrigo Caetano, diretor-executivo do Grêmio, não acredita que o time de Mano Menezes terá sua tarefa facilitada no início da noite deste sábado, em Natal, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.
“Não se pode entender como fácil um jogo que pode nos levar à última rodada com chances vivas de classificação para a Libertadores. O torcedor pode ter certeza que estamos focados, mesmo em se tratando do último colocado na tabela”, comentou o dirigente tricolor.
Caetano ainda reforça sua opinião baseado em uma prática comum no futebol quando a competição chega em seus instantes finais: a famosa mala preta.
“É certo que o América deve ter algum incentivo extra porque o Grêmio tem seus adversários atrás desta classificação. Portanto, eles não devem jogar somente pela sua moral”, afirmou.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A moça do tempo palestra na Ecos

Os alunos Vinicius Peraça, Tiago Gonçalves e Marcelo Souto, apresentaram o seu projeto experimental no auditorio do Campus 2 da Ucpel, com a presença da apresentadora da RBS TV, Paula Valdez.
Ela palestrou sobre como é o seu dia-a-dia na redação, produção e apresentação da Previsão do Tempo na TVCOM e na RBS TV.
Mostrou também como ela conseguiu mudar o formato da previsão do tempo no veiculo onde trabalha, ela disse que para ter um diferencial na previsão do tempo ela juntou a informação, fazendo com que quando houvesse um erro na previsão, ela explicaria o que deu errado.
Ela mostrou que informação e previsão do tempo podem andar lado a lado em um jornal, mostrando a previsão do tempo em varios lugares diferentes, como em lugares mais secos do Estado e também em lugares onde mais chove no Estado.
Lembrou também que o reportér que tem mais segurança e sabe fazer as reportages ao vivo tem mais valor nos veiculos de comunicação, principalmente na rede Globo, onde o trabalho jornalistico não para nunca.
A palestra foi realizada no dia 12 de novembro, no auditorio do campus II da Universidade Católica de Pelotas, e teve a presença de varios alunos da Escola de Comunicação Social.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Operações no Rio e "Tropa" influenciam polícia de SP, diz governo
GABRIELA MANZINI da Folha Online
O trauma provocado pelos atentados do PCC no ano passado, o suposto incentivo a ações policiais violentas por parte do governo estadual do Rio e o filme "Tropa de Elite" são apontados pelo coordenador de Análise e Planejamento da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o sociólogo Túlio Kahn, 42, como motivos pelos quais a violência policial do Estado tem índices estáveis enquanto os de homicídios dolosos caem.
"Eu acredito [que a política de enfrentamento do Rio e o filme influenciem] porque, você vê, a população tá aplaudindo, né? Aplaude o filme, aplaude o capitão Nascimento [personagem de 'Tropa'], aplaude o secretário de Segurança do Rio [José Mariano Beltrame] quando ele vai nos lugares", afirma. Dias atrás, o secretário de Segurança do Rio disse que, lá, a polícia "não entra na favela para matar, mas também não entra para morrer".
A afirmação foi feita um dia após a operação que deixou 14 mortos na favela da Coréia, na zona oeste do Rio. O governador Sérgio Cabral apoiou, dando "carta branca" à secretaria. "Ela [a secretaria] tem o meu estímulo para trabalhar nessa direção", disse Cabral. "A gente, aqui [em São Paulo], sobe o morro com mandado de prisão, e não para matar", afirma o sociólogo. Em sua comparação entre as polícias de São Paulo e do Rio, Kahn enfatiza os resultados de operações em favelas. "Olha o que acontece quando a gente [polícia de São Paulo] entra em uma favela.
Aqui o criminoso sai. Larga a arma, larga a droga. Ali [no Rio], [o policial] é recebido a bala. Em São Paulo não tem área onde a polícia não entra." Enquanto a polícia paulista matou 124 pessoas entre os meses de julho e setembro últimos, segundo dados da Secretaria da Segurança, a polícia fluminense matou 267, de acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública). Capitão Nascimento.No caso da suposta influência provocada por "Tropa", Kahn menciona o fato de o capitão Nascimento ter sido interpretado como herói, por parte dos espectadores do filme.
"Eu acho que a população estava muito carente de heróis tupiniquins, e o capitão Nascimento acabou encarnando essa figura. E o policial de todo lugar acaba se sentindo influenciado." Para o sociólogo, que é doutor em Ciência Política pela USP, a população "quer isso mesmo, a polícia confrontando, atirando". Questionado sobre quem defende essa postura, ele afirmou acreditar que seja "a população de um modo geral". Queda de homicídios Nesta quinta, a Secretaria da Segurança divulgou as estatísticas criminais do terceiro trimestre do ano e comemorou a continuidade da queda dos números de registros de homicídios dolosos (com intenção de matar) --foram 1.217 em todo o Estado.
Em 2004, houve 2.196 homicídios dolosos em São Paulo --2006 e 2005 são desconsiderados em comparações porque o primeiro foi muito violento e o segundo, muito pacífico. Segundo Kahn, a derrubada, registrada sistematicamente desde 1999, "em termos de intensidade, é maior que o caso de Nova York". O sociólogo estima que o ano termine com 4.900 casos de mortes por homicídio doloso enquanto, em 1999, foram 12.800 --queda de 61,72%.
Questões
1- Escolha uma matéria de jornal online
A) Identifique as forças presentes e analise quais as mais relevantesForça social, força ideológica, força cultural, força histórica, força meio físico. Sem duvida nenhuma a principal delas é a força social, pois a sociedade esta vivendo uma crise na segurança publica em nível nacional.Vemos que a policia esta tomando varias medidas para acabar com a violência, por isso essa onda de mortes em favelas do Brasil.
B) Analise a matéria escolhida do ponto de vista da analise do discurso jornalístico?Do ponto de vista do discurso a matéria tem presença de vigilância e de desenho do espaço social, pois vimos que a matéria esta sendo relacionada, para manter a sociedade em alerta sobre os perigos encontrados pelos policiais, e sendo assim ela também abre espaço para que a camada mais pobre da sociedade, que vive em favelas, esteja sendo vista.
C) Há presença de fait divers? Quais? Sim, casualidade – causa esperada coincidência- antítese.
D) Pode se dizer que a matéria enquadra-se em um modelo de newsmaking ou Gatekeeper?A matéria se enquadra em newsmaking, pois ela produz a sociedade, que é reproduzida pelos meios de comunicação de massa.
2- A partir do seu ponto de vista discuta uma das teorias do jornalismo vistas e a sua aplicação para o Jol?A teoria do gattekeeper, surgiu primeiramente no campo da psicologia e adaptada a comunicação social, revela que o processo de seleção da matérias é arbitrário e subjetivo, o resultado é que o jornalista é a pessoa que abre e fecha as portas para as noticias, são os jornalistas que escolhem a pauta, a matéria, e até a maneira de como a matéria será lida pelos leitores. Essa teoria foi duramente criticada, pois ela revela o lado muito psicológico dessas escolhas feitas pelos jornalista.
O trauma provocado pelos atentados do PCC no ano passado, o suposto incentivo a ações policiais violentas por parte do governo estadual do Rio e o filme "Tropa de Elite" são apontados pelo coordenador de Análise e Planejamento da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o sociólogo Túlio Kahn, 42, como motivos pelos quais a violência policial do Estado tem índices estáveis enquanto os de homicídios dolosos caem.
"Eu acredito [que a política de enfrentamento do Rio e o filme influenciem] porque, você vê, a população tá aplaudindo, né? Aplaude o filme, aplaude o capitão Nascimento [personagem de 'Tropa'], aplaude o secretário de Segurança do Rio [José Mariano Beltrame] quando ele vai nos lugares", afirma. Dias atrás, o secretário de Segurança do Rio disse que, lá, a polícia "não entra na favela para matar, mas também não entra para morrer".
A afirmação foi feita um dia após a operação que deixou 14 mortos na favela da Coréia, na zona oeste do Rio. O governador Sérgio Cabral apoiou, dando "carta branca" à secretaria. "Ela [a secretaria] tem o meu estímulo para trabalhar nessa direção", disse Cabral. "A gente, aqui [em São Paulo], sobe o morro com mandado de prisão, e não para matar", afirma o sociólogo. Em sua comparação entre as polícias de São Paulo e do Rio, Kahn enfatiza os resultados de operações em favelas. "Olha o que acontece quando a gente [polícia de São Paulo] entra em uma favela.
Aqui o criminoso sai. Larga a arma, larga a droga. Ali [no Rio], [o policial] é recebido a bala. Em São Paulo não tem área onde a polícia não entra." Enquanto a polícia paulista matou 124 pessoas entre os meses de julho e setembro últimos, segundo dados da Secretaria da Segurança, a polícia fluminense matou 267, de acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública). Capitão Nascimento.No caso da suposta influência provocada por "Tropa", Kahn menciona o fato de o capitão Nascimento ter sido interpretado como herói, por parte dos espectadores do filme.
"Eu acho que a população estava muito carente de heróis tupiniquins, e o capitão Nascimento acabou encarnando essa figura. E o policial de todo lugar acaba se sentindo influenciado." Para o sociólogo, que é doutor em Ciência Política pela USP, a população "quer isso mesmo, a polícia confrontando, atirando". Questionado sobre quem defende essa postura, ele afirmou acreditar que seja "a população de um modo geral". Queda de homicídios Nesta quinta, a Secretaria da Segurança divulgou as estatísticas criminais do terceiro trimestre do ano e comemorou a continuidade da queda dos números de registros de homicídios dolosos (com intenção de matar) --foram 1.217 em todo o Estado.
Em 2004, houve 2.196 homicídios dolosos em São Paulo --2006 e 2005 são desconsiderados em comparações porque o primeiro foi muito violento e o segundo, muito pacífico. Segundo Kahn, a derrubada, registrada sistematicamente desde 1999, "em termos de intensidade, é maior que o caso de Nova York". O sociólogo estima que o ano termine com 4.900 casos de mortes por homicídio doloso enquanto, em 1999, foram 12.800 --queda de 61,72%.
Questões
1- Escolha uma matéria de jornal online
A) Identifique as forças presentes e analise quais as mais relevantesForça social, força ideológica, força cultural, força histórica, força meio físico. Sem duvida nenhuma a principal delas é a força social, pois a sociedade esta vivendo uma crise na segurança publica em nível nacional.Vemos que a policia esta tomando varias medidas para acabar com a violência, por isso essa onda de mortes em favelas do Brasil.
B) Analise a matéria escolhida do ponto de vista da analise do discurso jornalístico?Do ponto de vista do discurso a matéria tem presença de vigilância e de desenho do espaço social, pois vimos que a matéria esta sendo relacionada, para manter a sociedade em alerta sobre os perigos encontrados pelos policiais, e sendo assim ela também abre espaço para que a camada mais pobre da sociedade, que vive em favelas, esteja sendo vista.
C) Há presença de fait divers? Quais? Sim, casualidade – causa esperada coincidência- antítese.
D) Pode se dizer que a matéria enquadra-se em um modelo de newsmaking ou Gatekeeper?A matéria se enquadra em newsmaking, pois ela produz a sociedade, que é reproduzida pelos meios de comunicação de massa.
2- A partir do seu ponto de vista discuta uma das teorias do jornalismo vistas e a sua aplicação para o Jol?A teoria do gattekeeper, surgiu primeiramente no campo da psicologia e adaptada a comunicação social, revela que o processo de seleção da matérias é arbitrário e subjetivo, o resultado é que o jornalista é a pessoa que abre e fecha as portas para as noticias, são os jornalistas que escolhem a pauta, a matéria, e até a maneira de como a matéria será lida pelos leitores. Essa teoria foi duramente criticada, pois ela revela o lado muito psicológico dessas escolhas feitas pelos jornalista.
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